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IPCA-15 de outubro registra inflação de 0,16%

O IPCA-15 de outubro registrou alta na inflação após dois meses consecutivos de deflação. Saúde e transporte causaram maior impacto
Publicado em 26/10/2022
Leia em 2 minutos
Allan Almeida

Índice

O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor – Amplo 15) registrou inflação de 0,16% em outubro, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O IPCA-15 é a prévia da inflação que leva em consideração 465 subitens de produtos e serviços, analisando a inflação para famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.

A principal influência veio dos preços dos planos de saúde, que subiram 1,44% no mês, após a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) autorizar reajustes no setor.

Outro fator foi a alta no grupo de alimentação e bebidas, que havia caído no mês passado.

A alta vem após dois meses consecutivos de deflação. O acumulado do índice em 2022 é de 4,8%, e o dos últimos 12 meses, 6,85%. Em setembro, o índice foi de -0,37%.

Saúde e transporte causaram maior impacto

Os grupos que mais impactaram a prévia da inflação no mês foram saúde (+0,8%) e transportes (-0,64%).

Apesar do último grupo ter registrado deflação, a diminuição foi menor que a registrada nos dois meses anteriores, prejudicando o resultado.

Além disso, o preço das passagens aéreas disparou 28,17% em comparação a setembro.

Os preços dos quatro combustíveis pesquisados caíram:

  • Etanol (-9,47%);
  • Gasolina (-5,92%);
  • Óleo diesel (-3,52%);
  • Gás veicular (-1,33%).

Esse fator ajudou a segurar a inflação. Por outro lado, os preços das passagens aéreas saltaram 28,17% em outubro, depois de terem subido 8,20% em setembro.

Entre as altas, o maior impacto foi do grupo de saúde, com os planos de saúde subindo 1,44%, e os itens de higiene pessoal, 1,1%.

Veja os resultados por grupo:

  • Vestuário (1,43%);
  • Saúde (0,8%);
  • Despesas pessoais (0,57%);
  • Habitação (0,28%);
  • Alimentação e bebidas (0,21%);
  • Artigos de residência (-0,35%);
  • Comunicação (-0,42%);
  • Transportes (-0,64%).

Preço da alimentação subiu

Após recuar em setembro, o grupo de alimentação e bebidas subiu, com alta na alimentação dentro e fora do domicílio (0,14% e 0,37%, respectivamente).

Sendo assim, os alimentos que mais subiram foram:

  • Frutas (4,61%);
  • Cebola (5,86%);
  • Tomate (6,25%);
  • Batata-inglesa (20,11%).

Já o leite longa vida (-9,91%) e o óleo de soja (-3,71%) registraram queda.

Agora vamos aguardar o IPCA, índice oficial da inflação que será divulgado no início do mês de novembro.

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