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IPCA novembro

IPCA teve alta de 0,41% em novembro

IPCA de novembro registrou alta de 0,41%, desacelerando em relação a outubro. No acumulado dos 12 meses o índice é de 5,90%.
Publicado em 12/12/2022
Leia em 2 minutos
Allan Almeida

Índice

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve alta de 0,41% em novembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Portanto, a inflação acumulada nos últimos 12 meses foi de 5,90%, abaixo dos 6,47% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. No ano, o IPCA chega a 5,13%.

O indicador ficou 0,18 ponto percentual abaixo do que foi registrado em outubro (0,59%). Em novembro de 2021, a taxa havia sido de 0,95%.

Desse modo, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em novembro.

Veja a variação por grupos pesquisados:

  • Alimentação e bebidas: 0,53%
  • Habitação: 0,51%
  • Artigos de residência: -0,68%
  • Vestuário: 1,10%
  • Transportes: 0,83%
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,02%
  • Despesas pessoais: 0,21%
  • Educação: 0,02%
  • Comunicação: -0,14%

Os grupos Transportes e Alimentação e bebidas foram os que impactaram de forma mais expressiva o índice do mês. Juntos, os dois contribuíram com cerca de 71% do IPCA de novembro. 

De acordo com o IBGE, o maior impacto veio de combustíveis, por causa da alta da gasolina.

Já a maior variação veio de Vestuário, ficando acima de 1% pelo quarto mês consecutivo. O grupo Saúde e cuidados pessoais ficou próximo da estabilidade, mostrando uma desaceleração em relação a outubro (1,16%).

O que puxou a alta dos combustíveis

A alta do grupo Transportes foi provocada, principalmente, pelo aumento dos combustíveis (3,29%), que em outubro haviam recuado 1,27%.

Sendo assim, os preços do etanol (7,57%), da gasolina (2,99%) e do óleo diesel (0,11%) subiram em novembro.

A exceção foi o gás veicular, com queda de 1,77%. A gasolina, em particular, exerceu o maior impacto individual no índice do mês, com 0,14 p.p.

Alimentação desacelerou

O grupo Alimentação e bebidas desacelerou de 0,72% em outubro para 0,53% em novembro. No entanto, a alta no mês passado foi puxada pelos alimentos para consumo no domicílio (0,58%).

As maiores variações vieram da cebola (23,02%) e do tomate (15,71%), cujos preços já haviam subido em outubro (9,31% e 17,63%, respectivamente).

Além disso, houve alta nos preços das frutas (2,91%) e do arroz (1,46%).

O destaque no lado das quedas foi o leite longa vida (-7,09%), assim como já havia acontecido nos meses anteriores. Houve recuo também nos preços do frango em pedaços (-1,75%) e do queijo (-1,38%).

A variação da alimentação fora do domicílio (0,39%) ficou abaixo do mês anterior (0,49%). A refeição desacelerou de 0,61% em outubro para 0,36% em novembro.

Estimativa

Os economistas do mercado financeiro elevaram estimativa de inflação para este ano, que passou de 5,91% para 5,92%.

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