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taxa de desemprego no Brasil

Taxa de desemprego no Brasil cai no último trimestre

No último trimestre, a taxa de desemprego no Brasil caiu para 8,3%, o que corresponde ao menor contingente já registrado desde julho de 2015
Publicado em 30/11/2022
Leia em 2 minutos
Allan Almeida

Índice

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 8,3% no trimestre móvel encerrado em outubro, um resultado menor que o esperado pelo mercado.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A população desocupada, de 9,0 milhões de pessoas, caiu ao menor nível desde o trimestre móvel terminado em julho de 2015, recuando 8,7% no trimestre e 30,1% no ano.

O IBGE também divulgou que a população ocupada, que atingiu 99,7 milhões de pessoas, é recorde da série iniciada em 2012.

Desse modo, o nível da ocupação atingiu 57,4%, subindo 0,4 ponto porcentual no trimestre e 2,8 p.p. no ano. Esse também é o nível mais alto desde o trimestre móvel terminado em abril de 2015.

Taxa de desemprego no Brasil – com e sem carteira assinada

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo trabalhadores domésticos) foi de 36,6 milhões, subindo 2,3% em relação ao trimestre anterior.

Já o número de empregados sem carteira assinada no setor privado (13,4 milhões de pessoas) aumentou 2,3% no trimestre.

O número de trabalhadores por conta própria, por sua vez, foi de 25,4 milhões de pessoas, caindo 1,8% no trimestre.

O número de trabalhadores domésticos (5,9 milhões) permaneceu estável ante o trimestre anterior.

Enquanto isso, o número de empregadores (4,4 milhões) ficou estável no trimestre e subiu 13,3% (514 mil pessoas) no ano.

Outro recorde foi o número de empregados no setor público sem carteira assinada (3,1 milhões) que cresceu 9,3% (266 mil pessoas) no trimestre.

A taxa de informalidade foi de 39,1% da população ocupada, ante 39,8% no trimestre móvel terminado em julho, e 40,7% no mesmo trimestre de 2021.

Sendo assim, o número de trabalhadores informais chegou a 39,0 milhões.

O rendimento real habitual (R$ 2.754) cresceu 2,9% em relação ao trimestre anterior. A massa de rendimento real habitual foi recorde da série histórica, crescendo 4,0% no trimestre.

Dados por atividade

Quando observados dos grupamentos de atividade, houve elevação ante o trimestre móvel anterior em Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (+2,8%, ou mais 324 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (+1,8%, ou mais 318 mil pessoas) e Outros serviços (+4,5%, ou mais 232 mil pessoas).

Enquanto isso, houve redução no grupamento de Alojamento e alimentação (-3,7%, ou menos 200 mil pessoas).

Ante o trimestre encerrado em setembro de 2021, houve alta em: Indústria Geral (+5,0%, ou mais 612 mil pessoas), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (+7,1%, ou mais 1,3 milhão de pessoas) e Transporte, armazenagem e correio (+7,9%, ou mais 385 mil pessoas).

Nessa comparação, também houve alta em Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (+7,4%, ou mais 821 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (+9,3%, ou mais 1,5 milhão de pessoas), Outros serviços (+18,3%, ou mais 841 mil pessoas) e Serviços domésticos (6,3%, ou mais 352 mil pessoas). Os demais grupamentos não tiveram variação significativa.

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